Tel: 11-2365-0744 / 94898-0000 / 99637-6186

Mail: Joaquim@intermeioscultural.com.br

​Mail: Vendas@intermeioscultural.com.br

 

Horário de Funcionamento

Segunda à Sexta

10.00h - 18.00h

  • w-googleplus
  • w-facebook

© 2015

Arte feita em código – um estudo de caso sobre a linguagem de programação Processing e sua utilização por artistas-programadores

Patricia Oakim

Hoje, as tecnologias digitais fazem parte de quase tudo que fazemos e, assim, as pessoas começam a sentir a necessidade de desenvolverem seus próprios programas computacionais. Associado a essa grande valorização do uso das interfaces digitais, encontramos o conceito de “Pensamento Computacional” introduzido por Seymour Papert que, de algum modo, confunde-se com o pensamento matemático e lógico. Essa forma de construção do conhecimento, que acontece por meio da lógica de programação, desperta a necessidade de elaboração de linguagens que necessitam ser acessíveis ao maior número de indivíduos, em particular aos artistas e às crianças. E, de fato, essa necessidade de preparar as pessoas para um mundo que, cada vez mais, deverá usar essas máquinas lógicas, surge o “Processing” que é uma linguagem computacional que tem por meta simplificar o processo de programação.

Patricia Oakim, oportunamente, elabora “A Arte e Programação na Linguagem Processing”, excelente pesquisa que reflete sobre o processo criativo na arte computacional que se dá pelo desenvolvimento de algoritmos com finalidades poéticas. Com isso, a autora propõe o uso desta linguagem de programação para o desenvolvimento do “Pensamento Computacional”, que leva a abstração e decomposição de problemas complexos do mundo, em busca de uma forma de representação adequada à modelagem de tais problemas para tratá-los computacionalmente. Trata-se também de uma reflexão sobre os papeis da arte contemporânea que visa “corromper o funcionamento dos aparelhos na recusa sistemática a se submeter aos seus projetos industriais, desafiado a lógica ... da dominação que exercem”. É um modo de produzir artisticamente de forma “branda”, conforme afirma Paulo Laurentiz.

 

Hermes Renato Hildebrand (Unicamp)

Sumário

Prefácio – Marcus Bastos

Introdução

1 Software e Arte

1.1 O mundo roda em software

1.2 Software na Arte

2 Programação e Arte

2.1 O artista-programador

2.2 Linguagens de programação alternativas

2.2.1 Logo

2.2.2 Scratch

2.2.3 Max e Pure Data

2.2.4 Arduino

2.3 Cultura hacker

3 O Processing

3.1 A linguagem

3.2 Cultura hacker e software livre na programação de arte

3.3 Do artista-funcionário ao artista-programador

Conclusão

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

​ISBN: 978-85-8499-142-6
Formato: 16x23 cm​
​Paginas: 130

​Preço:R$ 40,00