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Crocodilos, satíricos e humoristas involuntários – ensaios de história cultural do humor

Elias Thomé Saliba

Piadas podem produzir revoluções? Qual o papel da sátira em sociedades com esferas públicas ainda mal ajambradas?

Num país onde a realidade, antes de ser trágica, já é engraçada, por que ninguém quer ser humorista?

Analisando o humor soviético, as crônicas jocosas de um tal Sérgio Buarque dos Países Baixos, a sátira em Lima Barreto ou os dilemas da identidade do comediante no país da piada pronta, o historiador Elias Saliba nos convida para uma divertida sondagem em territórios ainda pouco explorados de uma história cultural do humor.

Um livro que nos ensina que piadas, sátiras e chistes, dificilmente desentranhados de registros efêmeros e dispersos, ocultos pelo manto da familiaridade inocente ou do riso burlesco, constituem importantes códigos culturais. E o mais surpreendente: a comédia já faz parte da vida brasileira e, embora nem sempre conduza ao riso libertador, sugere que o único pacto social que nos une, e até já funciona nestas plagas, é o humorístico.

SUMÁRIO

1. E você chama isto de vida? O riso do Krokodil e as dimensões controversas do humor soviético

 

2. Por que ninguém quer ser humorista? Sérgio Buarque dos Países Baixos e o corredor de humor no modernismo brasileiro

 

3. Envolvidos na vida, nós a vemos mal? A sátira humorística nas crônicas de Lima Barreto (1907-1922)

 

4. Brasil: um país de humoristas involuntários?

​ISBN: 978-85-8499-112-9
Formato:16x23 cm​
​Paginas: 126

​Preço:R$ 35,00