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O tecelão dos tempos (novos ensaios de teoria da história)

Durval Muniz Albuquerque Júnior

Os textos aqui reunidos formam uma constelação simultaneamente erudita e polêmica, ferina e generosa, que pode ser lido de trás para frente, de frente para trás, com pés calcados no presente, com olhos no passado ou como projeto de uma história futura. Cada capítulo é um convite à ruptura com a tradição que oprime o cérebro dos vivos, é uma incitação à vigília que se sobrepõe ao sono dogmático, é um chamado que desafia a acomodação acadêmica. O livro é tanto um descaminho como uma travessia, tanto para o iniciante na matéria como para o experiente pesquisador e/ou professor. Com O tecelão dos tempos nos confortamos e nos deslocamos, sentimos prazer e identificação, medo ou repulsa, jamais indiferença. Por quê? Porque Durval não é apenas um intérprete do nordeste, do Brasil ou da história, ele é um intérprete da vida.

Temístocles César

SUMÁRIO

PREFÁCIO – Temístocles Cezar

 

APRESENTAÇÃO

 

PARTE I: A ESCRITA DA HISTÓRIA

 

Capítulo 1. O tecelão dos tempos: o historiador como artesão das temporalidades

Capítulo 2. O passado, como falo?: o corpo sensível como um ausente na escrita da história

Capítulo 3. A poética do arquivo: as múltiplas camadas semiológicas e temporais implicadas na prática da pesquisa histórica

Capítulo 4. Raros e rotos, restos, rastros e rostos: os arquivos e documentos como condição de possibilidade do discurso historiográfico

Capítulo 5. O significado das pequenas coisas: história, posopografia e biografemas

 

Capítulo 6. O caçador de bruxas: Carlo Ginzburg e a análise historiográfica como inquisição e suspeição do outro

PARTE II: USOS DO PASSADO

Capítulo 7. Patrimônio ou matrimônio, isso é lá com Santo Antônio?: algumas reflexões em torno da relação entre memória e patrimônio

Capítulo 8. As sombras brancas: trauma, esquecimento e usos do passado

Capítulo 9. A necessária presença do outro, mas qual outro?: reflexões acerca das relações entre memória, história e comemorações

Capítulo 10. Entregar (entregar-se ao) o passado de corpo e língua: reflexões em torno do ofício de historiador

 

PARTE III: O ENSINO DE HISTÓRIA

Capítulo 11. Regimes de historicidade: como se alimentar de narrativas temporais através do ensino de história

Capítulo 12. Por um ensino que deforme: o futuro da prática docente no campo da história

Capítulo 13. Fazer defeitos nas memórias: para que servem o ensino e a escrita da história?

Capítulo 14. De lagarta a borboleta: possíveis contribuições do pensamento de Michel Foucault para a pesquisa no campo do ensino de história

​ISBN: 978-85-8499-164-8
Formato: 16x23 cm​
​Paginas: 276

​Preço:R$ 48,00